Yôga na gravidez

 * Fotos: Erika Hofmann 
Gestantes de todo o mundo procuram Yôga como uma opção de exercício durante a gravidez. O Yôga não é ginástica, é uma filosofia de autoconhecimento. E como tal, desenvolve o ser humano em todos os aspectos da vida. Desde o corpo até áreas mais sutis como a intuição. 
Entre os benefícios mais claros, destacam-se a melhora na respiração e na concentração, além de deixar o físico e o emocional mais forte e flexível. Mas há uma grande diferença para a futura mamãe que começa a praticar Yôga apenas durante a gravidez e as que já praticavam antes.

Para grávidas que nunca fizeram Yôga antes, o ideal é dar início à prática entre os 3 e 8 meses da gestação. Mas não se trata de aulas típicas, e sim uma Pré-Yôga, ou seja, técnicas de Yôga adaptadas e com algumas restrições. É importante lembrar que uma aula completa de Yôga é muito forte e promove mudanças físicas e emocionais intensas, o que nesse período não é aconselhável.
E mesmo com tantas alterações, essa prática de Yôga adaptada continua sendo umas das melhores opções para o seu bem estar e o do bebê.
 Além das posições que irão aumentar a sua flexibilidade e força, indispensáveis para um bom trabalho de parto normal, você aprende a desenvolver a respiração captando não só mais oxigênio como também mais energia do ambiente. A respiração está totalmente ligada às emoções: quanto mais controle da respiração, mais controle emocional você terá.
A nossa capacidade de percepção corporal e mental aumentam muito. Desta forma, o contato com o seu bebê será ainda maior!




Conversei um pouco com a Érika Tamassia, que é praticante de Yôga há mais de três anos. Veja só o que ela tem para falar sobre esta prática transformadora:

“Quando eu engravidei, eu já estava fazendo Yôga há dois anos e meio. Praticar durante a gravidez está sendo ótimo. Sempre mantenho meu corpo bem oxigenado, fazendo com que eu não tenha fadiga e falta de ar como muitas mulheres reclamam durante este período gestacional. É uma delícia sentir o bebê se mexendo durante os meus exercícios de respiração. Com as aulas eu me sinto disposta e não sofro de dores nas costas e cansaço que é tão comum nesse período. Tenho ânimo para fazer de tudo! Talvez se eu tivesse começado a fazer Yôga depois de ter engravidado, não teria tido os mesmos resultados, meu corpo já estava acostumado com certos exercícios. 


 Meu médico por sinal acha que eu senti a Valentina mexer antes do tempo previsto, pelo fato de eu estar me exercitando bem e mantendo um ritmo muito bom de respiração. Eu tenho certeza que a Valentina adora que eu faça Yôga, pois é um momento que eu tiro para cuidar de mim e dela. Assim ela terá um inicio de vida tranqüila e saudável. Pretendo continuar as aulas depois do nascimento da Valentina. Tenho certeza de que ela vai adorar praticar comigo fora da barriga também!”

O bom mesmo é praticar Yôga durante a vida toda. Se já planeja engravidar comece agora, o resultado é muito melhor. O que é muito importante é encontrar um professor que seja capacitado para lhe ensinar o Yôga.

Eu indico um livro que eu li chamado “Yôga e Parto” da Eliane Lobato. Esse livro está fora de catálogo, mas ainda da pra encontrar nos sebos da vida.
Lá ela explica em como conseguir através do Yôga uma gravidez saudável e um parto natural e feliz.




Um comentário:

Aline Aimée disse...

Tatica, vc resolveu uma dúvida minha, pq sempre pensei em fazer yoga durante a gravidez.

Obrigada!

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